Uma solução para médicos que querem mais segurança no seguimento, acesso a dados objetivos e integração com a reabilitação cardíaca domiciliar.
O problema que você já conhece

Após o evento cardiovascular ou estabilização clínica, o paciente sai do ambiente controlado — e o acompanhamento se torna fragmentado.
Na prática, você perde visibilidade do que está acontecendo durante a reabilitação.
Encaminhar sem monitoramento contínuo significa confiar mais na execução do que nos dados.
E isso limita a segurança clínica, a tomada de decisão e a continuidade do cuidado.

O que muda com esse modelo

Você passa a acompanhar seu paciente mesmo fora do consultório, com dados reais durante a reabilitação.
Monitoramento em tempo real
ECG contínuo durante o exercício, permitindo acompanhar a resposta cardíaca do paciente fora do ambiente clínico.
Detecção de arritmias
Identificação automática de alterações relevantes durante a atividade, aumentando a segurança do acompanhamento.
Dados objetivos
Acesso a informações reais sobre o comportamento cardiovascular do paciente durante a reabilitação.
Continuidade do cuidado
Integração entre quem indica, quem acompanha e quem executa o programa.
Como funciona na prática

1. Avaliação de risco
O paciente passa por uma avaliação com suporte especializado para definir elegibilidade e segurança.
2. Monitoramento com dispositivo
Durante a reabilitação, o paciente utiliza um dispositivo com ECG em tempo real.
3. Transmissão de dados
As informações são enviadas continuamente para a equipe através de uma plataforma na nuvem.
4. Análise e laudo
Os dados são avaliados, documentados e utilizados para apoiar a condução clínica.
O que isso muda na sua prática

Mais segurança ao encaminhar pacientes para reabilitação domiciliar.
Maior controle sobre o que acontece fora do consultório.
Base para decisões clínicas com dados objetivos.
Integração real com a equipe assistencial.
Não é só reabilitação. É seguimento estruturado.

Sem monitoramento, a reabilitação é execução. Com monitoramento contínuo, ela se torna parte ativa do cuidado clínico.


